Uso de água
Water use
KODS 2030
Reduzir em 20% o consumo específico de água industrial
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | Meta 2030 |
| 17,8% | 29,8% | 28,3% | 41,2% | 20,0% |
Em 2025, houve uma redução de 41,18% do consumo específico de água com relação ao ano-base 2018 nas operações industriais. Essa significativa redução do indicador foi influenciada, principalmente, pela estabilização da nova operação do Projeto Figueira, hoje, Unidade Piracicaba II, que demonstrou uma eficiência significativa no consumo de água. Deve-se lembrar também, o impacto positivo pela estabilização das operações da Unidade Ortigueira (Puma), que foi responsável por 55% da captação de toda a Companhia, trazendo um aumento de 3% na quantidade de água devolvida ao meio ambiente, quando comparado ao ano de 2024.
A Unidade Monte Alegre, a segunda mais representativa no consumo de água da Klabin (30%), reduziu em 15% a sua captação quando comparada a 2024, refletindo em um impacto positivo no resultado da Companhia. Esse resultado foi impulsionado por ações pontuais de otimização de processo e, principalmente, pelo fortalecimento do sistema de monitoramento e medição.
O desempenho nesta meta decorre, principalmente, da otimização da relação entre a vazão de água captada e a vazão de água descartada, cuja diferença foi reduzida de 14% em 2024 para 12% em 2025, o que está associado ao aumento da produção. Esse ganho operacional contribuiu diretamente para a melhoria do indicador de consumo específico.
A evolução também é resultado da implementação de projetos voltados à conscientização das operações, ao aprimoramento dos sistemas de medição e monitoramento hídrico, à redução do uso de água nos processos e à mitigação de perdas e desperdícios. Como efeito dessas iniciativas, a Companhia reduziu em 3% a captação total de água em relação a 2024, mesmo diante de um crescimento aproximado de 3,5% na produção total bruta.
A Unidade de Monte Alegre (PR) apresentou uma redução aproximada de 15% na captação de água para suas operações industriais. Esse resultado foi impulsionado por ações pontuais de otimização de processo e, principalmente, pelo fortalecimento do sistema de monitoramento e medição.
A Unidade de Piracicaba II, que iniciou suas operações em 2024, também apresentou avanços significativos em seu processo de estabilização operacional ao longo de 2025, com crescimento expressivo de produção, representando aproximadamente 3% da produção total da Companhia. Esse aumento de produção, aliado ao baixo consumo de água da unidade em relação ao total da Klabin, contribuiu positivamente para a redução do consumo específico.
Adicionalmente, a Unidade de Ortigueira manteve sua contribuição consistente para o desempenho hídrico da Companhia. Aproximadamente 90% da água captada retorna ao rio na forma de efluente tratado, evidenciando elevada eficiência no uso do recurso hídrico e desempenho alinhado às melhores práticas do setor, em linha com as premissas estabelecidas desde a concepção do projeto.
As operações continuarão sendo acompanhadas de forma sistemática, com foco na consolidação dos ganhos já alcançados e na identificação contínua de oportunidades de melhoria, mantendo o cumprimento do compromisso de reduzir em, no mínimo, 20% o consumo específico de água até 2030. A Klabin segue comprometida com a busca permanente por maior eficiência hídrica e pelo uso responsável da água em seus processos produtivos.
Desempenho para consumo específico da água total (m³/ton)
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |||||
| Resultado | Meta do ano | Resultado | Meta do ano | Resultado | Meta do ano | Resultado | Meta do ano | |
| Consumo específico de água total (m³/t) | 3,6328 | 4,1300 | 3,1000 | 3,6200 | 3,1707 | 3,7900 | 2,6007 | 3,0700 |
| Papel | 4,7930 | 5,5766 | 5,5766 | 4,4394 | ||||
| Celulose | 4,9270 | 2,8346 | 1,9400 | 2,4093 | ||||
| Embalagem | 0,3334 | 0,3310 | 0,3657 | 0,5006 | ||||
| Reciclados | 1,7889 | 1,7834 | 2,4137 | 2,6455 | ||||
| Sacos | 0,0674 | 0,0796 | 0,0741 | 0,1525 | ||||
| Angatuba | 0,7993 | 3,0868 | 1,6215 | 1,1188 | ||||
| Argentina | 0,3216 | 0,2739 | 0,3741 | 0,2828 | ||||
| Betim | 0,2230 | 0,2699 | 0,2757 | 0,2427 | ||||
| Correia Pinto | 5,4949 | 8,1712 | 7,4175 | 5,526 | ||||
| Feira de Santana | 0,4732 | 0,4349 | 0,4244 | 0,4386 | ||||
| Franco da Rocha* | 1,7823 | - | - | - | ||||
| Goiana | 1,1580 | 1,1057 | 1,4286 | 1,5444 | ||||
| Horizonte | 0,3236 | 0,4409 | 0,1517 | 0,2543 | ||||
| Itajaí | 0,3812 | 0,3008 | 0,4572 | 0,3727 | ||||
| Jundiaí DI | 0,1727 | 0,2211 | 0,2732 | 0,3407 | ||||
| Jundiaí TP | 0,4330 | 0,5290 | 0,5999 | 0,4840 | ||||
| Lages 1 | 0,0242 | 0,0609 | 0,0603 | 0,0502 | ||||
| Manaus | 0,4355 | 0,3993 | 0,4768 | 0,3852 | ||||
| Manaus 2* | 0,6187 | 0,8386 | 0,9379 | 0,6632 | ||||
| Monte Alegre | 6,3249 | 6,5497 | 6,9184 | 4,9809 | ||||
| Ortigueira | 4,9270 | 2,8346 | 1,9400 | 2,4093 | ||||
| Otacílio Costa | 1,6303 | 2,4779 | 2,3072 | 3,4924 | ||||
| Paulínia** | 0,1521 | 0,3512 | 0,6200 | 12,3803 | ||||
| Piracicaba | 1,7043 | 1,1134 | 1,2436 | 1,2027 | ||||
| Piracicaba II | - | - | 0,3249 | 0,3300 | ||||
| Rio Negro | 0,7071 | 0,5153 | 0,4811 | 0,5233 | ||||
| Rio Verde* | 0,2439 | 0,2196 | 0,1979 | 0,2289 | ||||
| São Leopoldo | 0,4876 | 0,3579 | 0,4580 | 0,3608 | ||||
| Suzano* | 0,3127 | 0,4791 | 0,4906 | 0,5016 | ||||
A memória de cálculo para consumo específico de água é realizada pela diferença entre a água captada e a água devolvida ao meio ambiente, dividida pela produção total da Companhia. Portanto, por se tratar de tipos de produção, negócios e unidades diferentes, os números acima apresentam variações de acordo com a sua produção e negócio.
Observações:
*Novas unidades adquiridas pela Klabin em 2020.
**A Unidade de Paulínia operou durante 2 meses em 2025, somente com negócio de produção de papel reciclado. Por este motivo, o resultado de consumo específico foi superior ao histórico registrado pela operação, a qual contemplava operações de produção de papel reciclado e embalagens de papelão ondulado.
KODS 2030
100% das localidades de atuação com iniciativas para o aumento da segurança hídrica territorial
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | Meta 2030 |
| 74% | 78% | 90% | 90% | 100% |
A Klabin mantém uma gestão estruturada e contínua do uso da água e da segurança hídrica em todas as suas unidades industriais. O monitoramento dessa gestão é realizado de forma regular e estratégica, considerando tanto os riscos quanto as oportunidades relacionadas à disponibilidade hídrica. Este acompanhamento é realizado através de uma plataforma de dados, conhecida como WRI Aqueduct, que disponibiliza ferramentas que auxiliam as empresas, os governos e a sociedade civil a compreender os riscos hídricos, permitindo assim que a Companhia avalie suas operações que estão localizadas em áreas de estresse hídrico, possibilitando direcionar e priorizar territórios para iniciativas que fortalecem a segurança hídrica.
No último ano, a Klabin intensificou e potencializou ações já em andamento, ao mesmo tempo em que ampliou a análise de oportunidades de expansão, com foco no uso responsável da água, no engajamento das comunidades locais e no avanço consistente rumo à meta de, até 2030, promover ações de segurança hídrica em 100% das localidades onde atuam suas operações industriais.
Até 2025 foram realizadas as seguintes ações:
Implantação de novas Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) e modernização das já existentes nas unidades de Betim (MG), Itajaí (SC), Manaus (AM), Goiana (PE) e Horizonte (CE). Essas iniciativas contribuíram para o monitoramento e a redução da carga orgânica dos efluentes tratados, além da melhoria contínua do desempenho ambiental das operações industriais.
Atuação ativa nos Comitês de Bacias Hidrográficas, fóruns em que representantes do poder público, privado e da sociedade civil discutem e deliberam a respeito da gestão dos recursos hídricos.
A Klabin apresenta atuação nos seguintes Comitês:Comitê da Bacia do Rio Tibagi (unidades de Ortigueira e Monte Alegre);
Comitê da Bacia do Rio Canoas (Correia Pinto e Otacílio Costa);
Consórcio PCJ (Piracicaba I e II, e Jundiaí DI e TP);
Comitê da Bacia do Rio Goiana (PE).
Essa participação reforça o compromisso da Companhia com a gestão integrada dos recursos hídricos, o diálogo contínuo com os atores locais e a construção conjunta de soluções para os desafios relacionados à água.
Klabin Transforma Caiubi: Programa de Educação Ambiental, uma iniciativa consolidada da Klabin, com mais de 20 anos de execução contínua e mais de duas décadas de atuação em educação ambiental junto às comunidades do entorno de suas operações. Ao longo de sua trajetória, o programa tem como um de seus temas centrais a Segurança Hídrica, promovendo a conscientização sobre o uso responsável da água, a preservação dos recursos hídricos e a importância desses temas para o desenvolvimento sustentável dos territórios.
Ao longo desses anos, o Klabin Transforma Caiubi capacitou profissionais das redes municipais de ensino em comunidades próximas às operações industriais da Companhia nos municípios de São Leopoldo (RS); Otacílio Costa, Lages e Correia Pinto (SC); Telêmaco Borba e Ortigueira (PR); Suzano, Angatuba e Jundiaí (SP); e Feira de Santana (BA), ampliando o acesso à educação ambiental e ao conhecimento técnico relacionado à gestão e à preservação da água.
Destaca-se, ainda, a parceria com o cliente Vita Coco, que possibilitou a expansão do programa para o município de Conde (BA) em 2025. Essa iniciativa representa um exemplo relevante de colaboração entre a Klabin e seus clientes, ao levar uma ação socioambiental já consolidada para um novo território, ampliando os benefícios da educação ambiental e fortalecendo a conscientização de crianças e educadores sobre a importância da preservação dos recursos hídricos.
A Companhia segue avaliando e desenvolvendo continuamente oportunidades para ampliar o impacto positivo de suas iniciativas em segurança hídrica, seja por meio do aprimoramento das operações industriais, seja pela identificação de novas ações e parcerias nos municípios onde mantém operações. Esse movimento reforça o compromisso da Klabin com a gestão responsável da água e com a geração de valor ambiental e social de longo prazo.
*Para as operações da unidade de Rio Negro, os benefícios gerados pelo tratamento e reuso de efluente ocorreram no período de 2018 a 2023. Atualmente o efluente gerado na operação é destinado para tratamento externo, de acordo com as regulamentações aplicáveis.
KODS 2030
100% de operações florestais sob gestão própria com manejo hidrossolidário
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | Meta 2030 |
| 97,3% | 97,3% | 96,3% | 96,6% | 100,0% |
A Klabin adota os princípios do manejo de bacias hidrográficas em suas operações de manejo florestal. Essa abordagem busca equilibrar a produção florestal com a produção de água, integrando as necessidades das comunidades, dos processos ecológicos e do próprio negócio.
O processo tem início no planejamento florestal, que considera as microbacias — incluindo aquelas responsáveis pelo abastecimento das comunidades — como unidades estratégicas de manejo.
Com isto a Klabin pôde adotar uma estratégia, composta de dois eixos: um voltado para a regulação da água e outro para a provisão de água.
No que diz respeito à regulação, a gestão define que em cada microbacia onde há plantio, a colheita não ultrapasse 60% de sua área, isso ajuda a manter um fluxo de água mais constante, além de contribuir com a manutenção da biodiversidade e dos mosaicos florestais ao longo do tempo.
Quanto à provisão de água, a companhia tem especial atenção para as bacias de abastecimento de comunidades, sejam de uma família ou de uma cidade. Neste caso a gestão visa favorecer a provisão de água, em quantidade e qualidade, e pode haver mudanças significativas no manejo florestal.
Essa visão permite direcionar práticas florestais que favoreçam a conservação dos recursos hídricos e a segurança hídrica local.
Quadro Resumo
| Unidade | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
| Água captada | % | 33,12% | 37,75% | 44,35% | 43,63% |
| Parcela de água de reuso | % | 66,88% | 62,25% | 55,65% | 56,37% |
| Água consumida | m³ | 19.128.120,43 | 15.858.052,38 | 17.255.537,86 |
14.660.393,19 |
GRI-303-3 SASB-RR-PP-140a.1 SASB-RT-CP-140a.1
Água captada por fonte (m³)
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | ||||||
| Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | ||
| Águas superficiais retirada | Água doce (sólidos dissolvidos totais ≤1.000 mg/L) | 121.783.253,04 | 1.165.399,00 | 118.862.870,40 | 686.679,00 | 124.174.332,14 | 748.905,00 | 119.636.375,63 | 799.263,00 |
| Outros tipos de água (sólidos dissolvidos totais >1.000 mg/L) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | |
| Total | 121.783.253,04 | 1.165.399,00 | 118.862.870,40 | 686.679,00 | 124.174.332,14 | 748.905,00 | 119.636.375,63 | 799.263,00 | |
| Águas subterrâneas retirada | Água doce (sólidos dissolvidos totais ≤1.000 mg/L) | 242.916,27 | 171.515,37 | 301.135,56 | 185.143,81 | 303.186,50 | 207.098,00 | 297.916,50 | 172.525,80 |
| Outros tipos de água (sólidos dissolvidos totais >1.000 mg/L) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | |
| Total | 242.916,27 | 171.515,37 | 301.135,56 | 185.143,81 | 303.186,5 | 207.098 | 297.916,50 | 172.525,80 | |
| Águas de terceiros retirada | Água doce (sólidos dissolvidos totais ≤1.000 mg/L) | 253.391,87 | 43.439,49 | 204.470,85 | 38.144,85 | 240.215,62 | 39.902,00 | 248.931,16 | 44.133,80 |
| Outros tipos de água (sólidos dissolvidos totais >1.000 mg/L) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | |
| Total | 253.391,87 | 43.439,49 | 204.470,85 | 38.144,85 | 240.215,62 | 39.902,00 | 248.931,16 | 44.133,80 | |
| Total | 122.279.561,18 | 1.380.353,86 | 119.368.476,81 | 909.967,66 | 124.717.734,26 | 995.905,00 | 120.183.223,29 | 1.015.922,60 | |
| Meta do ano | 124.347.071,71 | 122.921.810,10 | - | 132.702.330,63 | - | 121.031.031,39 | - | ||
O volume de água captada em 2025 foi 3,63% menor que em 2024, isso se deu pelo impacto positivo da Unidade Monte Alegre que apresentou uma redução próxima de 15% na captação de água para suas operações industriais, resultado alcançado pelas ações pontuais de otimização de processo e, principalmente, pelo fortalecimento do sistema de monitoramento e medição que elevou a confiabilidade das informações e controle operacional.
Água descartada por fonte (m³)
| 2023 | 2024 | 2025 | |||||
| Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | ||
| Descarte de águas superficiais | Água doce (sólidos dissolvidos totais ≤1.000 mg/L) | 103.385.399,30 | 459.959,46 | 107.280.046,35 | 389.672,55 | 105.455.372,27 | 410.306,47 |
| Descarte à fonte de extração com qualidade igual ou superior à retirada | 103.385.399,30 | 459.959,46 | 107.237.537,01 | 358.775,21 | 105.413.415,91 | 379.361,11 | |
| Outros tipos de descarte | 0,00 | 0,00 | 42.509,34 | 30.897,34 | 41.956,36 | 30.945,36 | |
| Outros tipos de água (sólidos dissolvidos totais >1.000 mg/L) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | |
| Total | 103.385.399,30 | 459.959,46 | 107.280.046,35 | 389.672,55 | 105.455.372,27 | 410.306,47 | |
| Descarte de águas de terceiros | Água doce (sólidos dissolvidos totais ≤1.000 mg/L) | 125.025,10 | 25.683,00 | 182.150,05 | 46.494,03 | 67.457,83 | 40.281,36 |
| Outros tipos de água (sólidos dissolvidos totais >1.000 mg/L) | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | |
| Total | 125.025,10 | 25.683,00 | 182.150,05 | 46.494,03 | 67.457,83 | 40.281,36 | |
| Total | 103.510.424,40 | 485.642,46 | 107.462.196,40 | 436.166,58 | 105.522.830,10 | 450.587,83 | |
| Meta | 109.681.715,73 | - | 103.309.254,57 | - | 108.117.657,47 | - | |
Nota 1: Áreas de estresse hídrico estão inclusas nas Áreas totais
Nota 2: Total inclui Descarte de águas superficiais + Descarte de águas de terceiro
O volume de água descartada, em 2025, foi aproximadamente 1,80% menor do que o volume em 2024, isso se justifica pela menor captação que a Companhia apresentou no ano.
Substâncias definidas e analisadas para o descarte
As unidades industriais realizam o monitoramento de seus efluentes gerados por meio de análise dos parâmetros e seus respectivos limites estabelecidos pelas legislações vigentes, seja no âmbito Federal, Estadual ou Municipal. Alguns parâmetros como a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO5) e eficiência de remoção de DBO são prioritários, por permitir a compreensão da biodegradabilidade da matéria orgânica presente no efluente, assim como o fósforo nos efluentes das unidades de celulose e papel. Os índices são frequentemente comparados com benchmarks mundiais, como os guidelines do IFC - International Finance Corporation. Para fábricas de celulose, por exemplo, um indicador de consumo específico de água entre 20 e 100 m³/t é considerado adequado, enquanto o resultado da Klabin para o negócio de celulose é de 2,4093 m³/t. Da mesma forma, para o negócio de papel, a companhia registra um indicador de 4,4394 m³/t, um valor significativamente inferior à faixa de referência considerada adequada para fábricas de papel, de 10 a 50 m³/t.
Todas as unidades da Klabin monitoram a vazão e a qualidade dos efluentes gerados em seus processos antes e depois do tratamento realizado internamente. Os principais parâmetros analisados são: pH, Condutividade, Sólidos Suspensos Totais (SST), Nitrogênio Total e Amoniacal, Fósforo, Sólidos Sedimentáveis, entre outros parâmetros de controle da eficiência das estações de tratamento de efluentes.
Em caso de resultados fora das metas estabelecidas, a unidade solicita a reanálise da amostra e inicia uma investigação multidisciplinar para encontrar a causa raiz do problema. Após esse processo, cria-se um plano de ação estruturado para a resolução e acompanhamento, seguindo as metodologias definidas em cada unidade. Todas as unidades possuem áreas específicas e responsáveis pela operação e monitoramento dos parâmetros de água e efluentes.
O automonitoramento é realizado frequentemente, o que permite comparar os resultados de terceiros com os resultados internos obtidos. Em caso de identificação de tendência de baixa na eficiência ou de desvio de parâmetros monitorados, as equipes operacionais atuam imediatamente para identificação e resolução da causa raiz.
Consumo de água (m³)
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |||||
| Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | Áreas totais | Áreas de estresse hídrico | |
| Consumo total de água doce | 19.128.120,43 | 535.231,82 | 15.858.052,40 | 424.325,20 | 17.255.537,86 | 559.738,42 | 14.660.393,19 | 565.334,77 |
| Outros consumos | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Consumo total de água | 19.128.120,43 | 535.231,82 | 15.858.052,40 | 424.325,20 | 17.255.537,86 | 559.738,42 | 14.660.393,19 | 565.334,77 |
| Meta do ano | 19.894.075,01 | 19.612.555,50 | - | 23.020.614,90 | - | 12.913.373,92 | - | |
Nota: Áreas de estresse hídrico estão inclusas nas Áreas totais.
O consumo de água (água retirada - água descartada) da Klabin reduziu em 17% entre 2024 e 2025. Isso significa que a Klabin está reduzindo perdas de água durante o processo produtivo por meio de projetos que visam a otimização de seu uso, incluindo para reuso de água e reaproveitamento de efluentes.
Ao longo de 2025 a Companhia manteve patamares de representatividade de uso de água em áreas de estresse hídrico abaixo de 1% em relação ao uso total da Companhia, demonstrando reduções em relação ao ano de 2021 (pós aquisição de 5 novas unidades operacionais). A Klabin segue atuando de forma prioritária em soluções para aumento da produtividade de nossas operações assim como a otimização do uso de água por unidade de produção.
Percentual de água utilizada proveniente de reuso
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | ||
| Percentual de água utilizada de reuso ou água da chuva (pluvial) | Processos administrativos (escritórios, refeitórios, banheiros) | 0% | 0% | 0% | 0% |
| Processos produtivos | 66,88% | 62,25% | 55,65% | 56,37% | |
| Total | 66,88% | 62,25% | 55,65% | 56,37% | |
| Percentual das instalações que utilizam tecnologias de uso eficiente de água | Processos administrativos (escritórios, refeitórios, banheiros) | 100% | 100% | 100% | 100% |
| Total | 100% | 100% | 100% | 100% |
Percentual de plantas em áreas de estresse hídrico
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
| 30,4% | 30,4% | 26,1% | 26,1% |
Percentual de água captada em áreas de estresse hídrico
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
| 1,1% | 0,8% | 0,8% | 0,9% |
Percentual de água descartada em áreas de estresse hídrico
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
| 0,8% | 0,5% | 0,4% | 0,4% |
Percentual de custo de produtos vendidos correspondente às plantas localizadas em áreas de estresse hídrico
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
| 16,1% | 17,0% | 16,2% | 14,6% |
Consumo de água em áreas de estresse hídrico (Milhões m³)
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
| Total de água captada | 1,38 | 0,91 | 0,99 | 1,02 |
| Total de água descartada | 0,85 | 0,49 | 0,43 | 0,45 |
| Consumo total de água (Total de água captada – Total de água descartada) | 0,53 | 0,42 | 0,56 | 0,57 |
| Meta de Consumo total de água* | 0,65 | 0,53 | 0,92 | 0,50 |
| Cobertura (%) | 100 | 100 | 100 | 100 |
Nota: A meta de consumo de água em áreas de estresse hídrico está alinhada ao planejamento operacional da Companhia.
Atualmente, a Klabin possui seis unidades localizadas em áreas de estresse hídrico, ou seja, há uma pressão significativa sobre os recursos hídricos da região. Por esta razão, passam por rígido controle e monitoramento dos riscos associados. São classificadas como “áreas expostas ao estresse hídrico”, aquelas que têm a linha de base superior a 20% (relação entre a água retirada e a água disponível na região), tanto no cenário atual quanto nas projeções futuras (2030 e 2040), com avaliação baseada na ferramenta WRI Aqueduct, utilizada em todas as áreas da Companhia desde 2018.
Ao longo de 2025, a Companhia manteve patamares de representatividade de uso de água em áreas de estresse hídrico abaixo de 1% em relação ao uso de água total da Companhia, demonstrando pequenas reduções em relação ao ano de 2021 (pós aquisição de 5 novas unidades operacionais). A Klabin segue atuando de forma prioritária em soluções para aumento da produtividade de nossas operações assim como a otimização do uso de água por unidade de produção.
Em 2024, a metodologia utilizada para definir a meta de consumo total de água em áreas de estresse hídrico foi atualizada. A meta passou a ser calculada com base nos indicadores individuais de redução do consumo específico de água de cada unidade produtiva, alinhando-se ao objetivo de redução desse tipo de consumo até 2030. O indicador é utilizado internamente para direcionar os esforços de redução da demanda por água nas operações da Klabin, além de servir como referência para o Grupo de Trabalho (GT) de Gestão da Água.
Em 2023, o GT, composto por uma equipe multidisciplinar com representantes dos negócios Celulose, Papéis e Embalagens, além das áreas de Responsabilidade Ambiental Industrial, foi reforçado, com a inclusão das áreas de Inovação, Pesquisa & Desenvolvimento e Projetos e Engenharia. A reestruturação contribuiu para ampliar a visão e o envolvimento das unidades industriais, o engajamento e a visibilidade do tema, contribuindo para o seu objetivo de identificar oportunidades de reduzir a captação e consumo de água nas fábricas da Klabin.
Número de casos em que as substâncias analisadas ficaram fora dos parâmetros
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
| Total de parâmetros analisados | 83 | 83 | 83 | 83 |
| Considerados fora do parâmetro | 0 | 0 | 0 | 0 |
Os parâmetros de vazão, temperatura, pH, DQO, DBO, sólidos sedimentáveis, SST, sulfetos, fósforo, nitrogênio amoniacal, óleos e graxas minerais e vegetais (total de 12 parâmetros) são aplicados a todas as unidades conforme critérios de relevância, sendo esses os parâmetros mínimos exigidos para todas as unidades, em conformidade com a legislação federal. Além disso, outros parâmetros são analisados de acordo com a legislação estadual específica para cada unidade.
Número de casos de não conformidade no descarte de água que resultou em ações formais
| 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
| 0 | 0 | 0 | 0 |
As unidades industriais realizam análise dos parâmetros e respectivos limites estabelecidos pelas legislações vigentes em cada Estado e país como referência de monitoramento de seus efluentes gerados. Parâmetros como Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO5) e eficiência de remoção de DBO são prioritários, assim como as concentrações de Demanda Química de Oxigênio (DQO) e fósforo nos efluentes das unidades de papel e celulose. Os índices são frequentemente comparados com benchmarks mundiais, como os guidelines do IFC (20 a 100 m³/t é considerado adequado para fábricas de celulose; e 10 a 50 m³/t para fábricas de papel).
Os principais parâmetros analisados são: pH, Condutividade, Sólidos Suspensos Totais (SST), Nitrogênio Total e Amoniacal, Fósforo, Sólidos Sedimentáveis, entre outros parâmetros de controle da eficiência das estações de tratamento de efluentes.
O automonitoramento também é realizado frequentemente, o que permite comparar os resultados de terceiros com os resultados internos obtidos. No caso de identificação de tendência de baixa na eficiência ou de desvio de parâmetros monitorados, as equipes operacionais atuam imediatamente para identificação e resolução da causa raiz.
Alinhada à sua Política de Sustentabilidade, a Klabin integra princípios ambientais essenciais às suas operações e estratégias, contribuindo de forma consistente para a conservação da água e a segurança hídrica. Esse compromisso se reflete na atuação voltada à conservação dos ecossistemas de água doce, à proteção da biodiversidade e à promoção do equilíbrio ecossistêmico nos territórios onde a Companhia atua.
Em busca da melhoria contínua do desempenho na gestão da água, a meta KODS, que prevê a redução de 20% no consumo específico, é desdobrada anualmente para todas as unidades industriais. O esforço estabelecido para cada unidade é acompanhado mensalmente por meio das Análises Críticas (AC), nas quais são avaliados o desempenho dos indicadores e a evolução dos planos de ação para melhoria contínua.
Nesse contexto, a Klabin trabalha continuamente para reduzir o uso e o consumo de água, com base em uma gestão eficiente dos recursos hídricos e na priorização do uso responsável e sustentável da água. Suas práticas operacionais são orientadas pela prevenção e redução dos impactos ambientais relacionados a efluentes, com foco na redução e/ou eliminação de potenciais poluentes hídricos, contribuindo para a melhoria contínua do desempenho ambiental de suas operações.
Esse direcionamento estratégico é apoiado também pelo Plano de Conservação de Água, documento que integra a gestão estratégica da Companhia relacionada à segurança hídrica e orienta suas operações e compromissos de curto, médio e longo prazos. O Plano de Conservação de Água segue a metodologia de reporte que passa pela estrutura de governança, estratégias de resiliência, gestão de riscos e oportunidades, e metas e métricas, servindo como ferramenta de organização e orientação da companhia para a definição de planos de ação e estratégias de mitigação. De forma complementar, a Klabin atua no gerenciamento dos serviços de água, saneamento e higiene da comunidade (serviços WASH – Water, Sanitation and Hygiene), com foco na segurança hídrica e na disponibilidade de água nos territórios onde mantém operações.
Além disso, a Klabin iniciou, em 2025, o Programa Klabin Transforma – Cadeia de Valor, com o objetivo de avaliar a maturidade de fornecedores e clientes quanto à gestão de recursos hídricos e ao uso responsável da água em suas operações. As empresas participantes foram selecionadas com base em uma análise de estresse hídrico das regiões onde estão situados os principais parceiros. Nesta primeira etapa, o programa contempla a avaliação de maturidade e, nos próximos anos, prevê a oferta de conteúdos educativos e iniciativas de engajamento para apoiar a evolução dos stakeholders e promover impacto hídrico positivo ao longo da cadeia.
A Companhia também promove o envolvimento ativo das partes interessadas por meio do diálogo transparente, da promoção da educação ambiental e do engajamento com stakeholders, fortalecendo a gestão sustentável da água. Essas iniciativas contribuem para a construção de ações coletivas, ampliando o impacto positivo nos territórios.
Nas operações florestais, a Klabin adota o conceito de Manejo Hidrossolidário, metodologia pioneira no setor, baseada no equilíbrio entre a produção florestal e a produção de água. Essa abordagem permite integrar as diferentes demandas pelos recursos hídricos, considerando tanto as comunidades do entorno quanto os processos ecológicos associados às microbacias hidrográficas. O manejo hidrossolidário tem início ainda na etapa de planejamento florestal, que considera as características das microbacias e os pontos de captação de água das comunidades localizadas no entorno das unidades florestais, contribuindo para uma gestão responsável, integrada e compartilhada dos recursos hídricos.
Gestão dos riscos de Água
Desde 2018, a Klabin avalia todas as suas operações industriais localizadas em áreas de estresse hídrico por meio da ferramenta WRI Aqueduct, referência internacional para análise de riscos relacionados à disponibilidade de água. Para que uma instalação seja considerada exposta ao estresse hídrico, é necessário que apresente classificação superior a 20% no critério de estresse hídrico de linha de base (relação entre a água retira e a água disponível na região), considerando tanto o cenário atual quanto os cenários futuros (2030 e 2040).
Atualmente, de acordo com a ferramenta WRI Aqueduct, a Klabin possui seis operações industriais localizadas em áreas de estresse hídrico. É importante destacar que essas operações estão associadas a negócios com menor uso intensivo de água, enquanto as operações de celulose e papel, que naturalmente concentram os maiores volumes de captação hídrica da Companhia, não estão localizadas em regiões de estresse hídrico. Essa configuração reforça a estratégia da Klabin de alinhar suas operações ao contexto territorial, considerando a disponibilidade dos recursos naturais e o perfil de cada negócio.
A Companhia conta com sistemas estruturados de gestão que controlam e monitoram os riscos relacionados às suas operações, incluindo aquelas localizadas em áreas de estresse hídrico. Esses sistemas contemplam, entre outros aspectos, relatórios de monitoramento da disponibilidade hídrica, do volume de chuvas nas regiões onde as fábricas estão inseridas e de variáveis ambientais relevantes, com o objetivo de antecipar possíveis situações de desabastecimento, apoiar a tomada de decisão e identificar alternativas de uso sustentável da água, mitigando possíveis impactos aos processos operacionais.
Esse acompanhamento é realizado com o suporte do Grupo de Trabalho de Gestão da Água, que apoia a gestão estratégica dos recursos hídricos e contribui para a definição de ações preventivas voltadas à mitigação de riscos e à redução de impactos nas regiões onde a Klabin atua. Em 2023, o Grupo de Trabalho foi reestruturado, ampliando sua visão e o envolvimento das unidades industriais, com a inclusão das áreas de Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento e Projetos e Engenharia, fortalecendo o engajamento interno e a integração do tema água nas decisões operacionais.
A atuação do Grupo de Trabalho de Gestão da Água também contribui diretamente para os resultados relacionados à conservação dos recursos hídricos, ao engajamento interno e à conscientização sobre a importância do uso responsável da água. O principal objetivo do grupo é identificar oportunidades para a redução da captação e do consumo de água em todas as operações industriais da Klabin, promovendo ganhos de eficiência e sustentabilidade.
Em 2025, a Klabin manteve a representatividade do uso de água em áreas de estresse hídrico abaixo de 1% em relação ao total de água captada, ou seja, a maior parte da captação ocorre em áreas com maior disponibilidade hídrica, permitindo que a Companhia mantenha um baixo nível de exposição ao risco hídrico e evidencia uma atuação proativa e preventiva na gestão dos recursos hídricos. A Companhia segue em busca constante por soluções que aumentem a produtividade das operações, aliadas à otimização do uso da água, em referência às melhores práticas do mercado e ao compromisso com a segurança hídrica e a sustentabilidade de longo prazo.
Eficiência hídrica (avaliação de consumo, reutilização, qualidade e efluentes)
A Klabin possui um Grupo de Trabalho que está realizando ações de redução de água que visa identificar oportunidades em todas as unidades para reduzir a captação e o consumo de água, além de melhorias na qualidade da água e dos efluentes, em toda a Klabin. O grupo é composto por uma equipe multidisciplinar que inclui representantes dos negócios de Celulose, Papel e Embalagens, além dos setores de Pesquisa e Desenvolvimento, Inovação e Responsabilidade Ambiental Industrial.
A Klabin utiliza metodologias voltados para análise dos potenciais impactos ao longo de todo o ciclo de vida de um produto, como a Análise do Ciclo de Vida e Pegada Hídrica (ISO 14046) que consideram dados e indicadores internos relacionados às categorias de impacto hídrico avaliadas (Acidificação, Eutrofização, Toxicidade Humana, Ecotoxicidade, Uso da Água e Pegada Hídrica) e determina os critérios de impacto categorias na ACV para desenvolver ações que visam reduzir o impacto hídrico de seus produtos.
Os efluentes tratados são monitorados internamente e por terceira parte para evidenciar o atendimento a todos os requisitos legais aplicáveis à organização. Além disso, as unidades da Klabin passam periodicamente por auditorias, internas e externas, para avaliação do sistema de gestão, incluindo o todos os processos de controle e gestão ambiental. Nas unidades que possuem metas ambientais que envolvem questões hídricas, elas estão relacionadas à participação nos lucros de todos os colaboradores.
Os padrões mínimos de descarte de efluentes são baseados nas legislações municipais, estaduais e federais de cada unidade. A Klabin também compara seus resultados com os indicadores do International Finance Corporate (IFC), que possui parâmetros de referência para o setor de papel e celulose. Para determinação dos limites máximos de lançamento, a Klabin realiza estudos de dispersão hídrica e de autodepuração do corpo hídrico para avaliar e determinar os limites que não gerem alteração na qualidade de água e no volume do corpo hídrico.
Adicionalmente, conforme descrito nos itens 15 e 18 da Política de Sustentabilidade Klabin, todas as unidades devem praticar gestão responsável dos recursos hídricos, buscando melhoria contínua em todos os processos, e atuam em conformidade com as leis e regulações ambientais vigentes, nos âmbitos municipal, estadual e federal. Esse compromisso é reforçado por meio do indicador de uso específico de água que é uma meta vinculada à participação nos lucros de todos os colaboradores.
Sobre a qualidade da água, a Klabin monitora diariamente 100% das captações de água de todas as suas operações. O monitoramento dos volumes e parâmetros é relevante para identificar ações de melhoria da qualidade da água disponível. Esses aspectos são acompanhados por indicadores, cuja gestão desde 2018 está consolidada em plataforma específica, facilitando a rastreabilidade das informações.
Objetivos e metas
Os objetivos e metas da Klabin visam não só o cumprimento das políticas públicas existentes, como também a melhoria da disponibilidade e qualidade da água para a comunidade. Além de buscar a expansão das iniciativas relacionadas à segurança hídrica nas localidades onde atua, a Klabin possui metar para redução do consumo específico de água em suas unidades industriais e ampliação do manejo hidrossolidário em suas unidades florestais, proporcionando otimização no uso desse recurso e melhorando a disponibilidade hídrica nas regiões onde atua.
Medidas de sensibilização de colaboradores
As unidades da Klabin participam continuamente do Programa Superar que adota uma metodologia de gestão baseada no modelo TPM Total Productive Management – TPM (gestão voltada à eficiência dos processos). Entre os aspectos tratados no programa, estão o consumo de energia, água e geração e disposição de resíduos. De acordo com o perfil de cada unidade, são realizadas ações de sensibilização/treinamento para avançar nas oportunidades de melhoria identificadas (foco em eficiência operacional).
Em complemento, a Klabin possui o Portal ENK, disponível para todos os colaboradores da empresa, que inclui trilhas de treinamento relacionadas à Sustentabilidade, abordando temas como gestão de água, gestão de resíduos, energia, ações de combate às mudanças climáticas, entre outros com foco na educação ambiental de seus funcionários. Além disso, as unidades Klabin desenvolvem anualmente campanhas específicas para melhorar a eficiência hídrica em suas operações, principalmente nas semanas de meio ambiente.